ESTUDO - O Drama de Absalão (Parte II).
O Drama de Absalão (Parte II).
Mal 4:6 e II Sam 13-18
Consequências da Maldição Familiar
Davi fugia de olhar nos olhos dos filhos. Não confrontou Amnom no caso do incesto de Tamar. Foi Absalão que teve de acolher a irmã. Não confrontou Absalão antes deste matar Amnom, quando todos já sabiam que el ia atentar contra a vida do irmão. Não confrontou Absalão, depois que matou a Amnom. Absalão fugiu, ficou 3 anos desterrado; voltou para perto do pai; Davi não foi vê-lo, nem o chamou. Não confrontou Absalão, quando este voltou do exílio e foi morar a 2 Km da casa do pai.
Todavia, Davi não é o único responsável por todo esse drama. Absalão não soube administrar suas crises e abriu uma brecha para Satanás desenvolver, em seu coração, uma bomba de ódio que iria explodir dentro dele, destruindo-o juntamente com a sua família.
O que foi que tudo isso gerou no coração de Absalão:
1. A Maldição do ódio
Sabe o que Satanás gestou, engendrou, engravidou na alma de Absalão? Uma bomba. Uma bomba “O”, mais forte do que a Bomba H, mais forte do que a bomba atômica: a bomba do ódio, da amargura sufocada, não resolvida, a qual era, todo dia, incrementada pelo diabo.
Primeiramente, surgiu no coração de Absalão ódio do pai, devido à situação de Tamar
-“Como é que papai não faz nada?! Nem chamou a moça para consolá-la, para resgatá-la, para redimi-lá publicamente!! Ele também não fez nada com Amnom!”
O ódio foi tão grande, que depois dos 2 anos de silêncio, Absalão matou o irmão. E, quando foi para o exílio, diz a Bíblia (II Sm 14:27) que nasceu a Absalão uma filha, a qual ele chamou Tamar. Sabe o que Absalão quis dizer ao pai com isso?
“Davi tem uma filha e lhe põe o nome de Tamar, que significa “palmeirinha”, plantinha frágil que precisa ser tratada com cuidado. Mas ele não cuida dela. A minha nasceu. O seu nome é Tamar. E eu quero ver se alguém vai tocar nela.” Isso é uma declaração de ódio e de amargura que inundam o coração desse filho! ter ódio de Joabe. Para ele., o pai dava muito atenção a Joabe do que ao filho. Para ele, Davi tinha mais tempo para Joabe do que para o filho, Absalão odeia todos aqueles que, de algum modo, possuem a alma do pai.
Prova eloquente disso é que quando Absalão torna-se rei, para comandar os exércitos de Israel, no lugar de Joabe, ele chama a Amassa. Sabe quem era Amassa? O pai desse homem tinha um caso com uma parenta íntima de Joabe (II Sm 17:25). Com isso Absalão está lavando roupa suja, desnudando a podridão da corte, pondo tudo isso para fora, ventando todo o seu ódio para todos os lados, em todas as direções.
Quantos irmãos se odeiam porque acham que o pai gosta mais de um do que do outro?. Quantos filhos trabalham, para derrubar empresas do pai, por ciúme? Quantos ministérios tem sido motivo de revolta por parte do filho, por achar que o pai dá mais importância à igreja do que a ele. Há casos de pessoas que tem ciúmes até de objetos. Um garoto arruinou o carro do pai riscando-o com gilete, por ciúmes. Isto é muito sério.
A maldição do ódio só se quebra quando pais e filhos vivem um relacionamento franco, transparente, no qual a verdade e a sinceridade se somam a uma prática de amor genuíno constante e compromissado com as necessidades dos membros da família.
2. A maldição do Amor fácil
2.1. Absalão sente ódio do pai em relação a seu próprio caso em particular
Absalão não consegue entender como é que o pai o deixa sair, não o chama. O pai o exila, o pai o traz de volta, mas não o vê. O pai não trata do assunto, o pai não o sacoleja, o pai não o enfrenta, o pai não sacode, em nome de Deus. Absalão chega a dizer: “Digam ao papai para me matar, mas para, pelo menos , me olhar na cara!” O pai tenta resolver a situação dando um beijinho e dizendo-lhe: “Vai embora.” Absalão fica irado e sai com um ódio enorme no coração.
Filhos não querem amor fácil, não querem que você faça de conta que o pecado não é pecado, não querem que você alise a cabeça deles como se nada tivesse acontecido. Filhos gostam de integridade, gostam de sinceridade, gostam de olhos nos olhos, gostam de perdão, gostam de ver um pai que chora ou uma mãe que não vende barato os princípios de Deus na vida.
A maldição do amor fácil, descompromissado se quebra mediante ação, compromisso, seriedade e afirmação dos princípios de Deus na vida.
3. A maldição dos pecados passados não perdoados
O ódio cresce ainda mais. Surge no coração de Absalão ódio dos pecados do pai. Sabe o que Absalão faz, quando dá o golpe de Estado, quando toma o poder? Um dos homens que ele chama para ser seu conselheiro pessoal é um certo Aitofel. Sabe que é esse homem? É o avô de Bate-Seba (II Sm 11:3; 23:34). E sabe quem é Bate-Seba? É o caso de Davi. Com isso Absalão imaginava: “Vou dar uma ferroada no papai, agora”.
Esse homem Aitofel jamais conseguira perdoar a Davi. O seu ódio por Davi ter entrado na vida da neta dele era tão grande, que ele dá o seguinte conselho a Absalão: “Olha o que seu pai fez as escondidas com minha neta, eu o aconselho a fazer com as mulheres concubinas dele, possuí-las, no telhado da casa real, para que todo o Israel veja.”
Segundo as leis da época, apenas o sucessor do rei, em caso de morte deste ou de sua deposição, poderia tomar as mulheres do seu antecessor. Pelo que fez, Absalão merecia a morte, de acordo com a lei mosaica (Lev. 20:11). Aitofel, com esse conselho, pretendia anular qualquer possibilidade de reconciliação entre Davi e Absalão. Observe o ódio que o diabo gerou no coração de Aitofel, que por sua vez, realimenta o ódio de Absalão por Davi, seu pai.
Às vezes numa briga de família, você se vê surpreso, ao ver coisas antigas virem à tona com uma força tremenda, pecados passados, erros jogados na cara, na hora da tensão. O diabo usa isto para tirar a autoridade e evitar o confronto com o pecado. Esta maldição se quebra no sangue de Jesus, que nos dá posse definitiva do perdão de Deus.
A maldição dos pecados passados não perdoados se quebra com o exercício do perdão diário no interior da família, em suas relações desde as mais corriqueiras e superficiais até as mais íntimas e profundas
4. A maldição do ciúme.
Por último, Absalão sente ódio dos amigos do pai. Ele passa a ter ódio de Joabe. Para ele, o pai dava muito mais atenção a Joabe do que ao filho. Para ele, Davi tinha mais tempo para Joabe do que para o filho. Absalão odeia todos aqueles que, de algum modo, possuem a alma do pai.
Prova eloquente disso é que quando Absalão torna-se rei, para comandar os exércitos de Israel, no lugar de Joabe, ele chama a Amasa. Sabe quem era Amasa? O pai desse homem tinha um caso com uma parenta íntima de Joabe (II Sam 17:25). Com isso Absalão está lavando a roupa suja, desnudando a podridão da corte, pondo tudo isso para fora, ventando todo o seu ódio para todos os lados, em todas as direções.
Quantos irmãos se odeiam porque acham que o pai gosta mais de um do que de outro? Quantos filhos trabalham para derrubar empresas do pai, por ciúme? Quantos ministérios tem sido motivo de revolta por parte dos filhos, por achar que o pai dá mais importância à igreja do que a eles. Há casos de pessoas que têm ciúmes até de objetos. Um garoto arruinou o carro do pai, riscando-o com uma gilete, por ciúmes. Isto é muito sério. O amor gera estabilidade, confiança e equilíbrio emocional e familiar.
A maldição do ciúme só pode ser quebrada com a segurança do amor, o qual gera estabilidade, confiança e equilíbrio emocional e familiar.
Atitudes Práticas que Nos Ajudam a Evitar a Maldição Familiar
A tragédia de Davi e Absalão deve nos ensinar algumas lições práticas.
Só o que nos salva da tragédia familiar é a nossa conversão aos nossos filhos.
Não adianta só ter boas intenções para com os filhos; não adianta dar-lhes nomes santos; não adianta trabalhar por eles; não adianta apenas dizer: “Oh! Deus Toma conta deles!”
Porém, você tem que se converter a eles, para que a terra não seja ferida com maldição.
Eu não quero ganhar o mundo inteiro e perder meus filhos. Eu não quero ser conhecido como o grande homem de deus no Brasil, com a casa arruinada. Meu primeiro compromisso na vida é com Deus. O meu segundo compromisso na vida é com minha mulher. O meu terceiro compromisso na vida é com meus filhos, e o meu ministério “vem a reboque”.
Pais convertidos aos seus filhos investem tempo neles. Você pode ser muito ocupado, mas não deve esquecer que, entre as prioridades de sua agenda, deve abrir espaço para seus filhos; espaço para orar com eles, para jogar conversa fora com eles, para caminhar na praia com eles, para tomar um café junto com eles, para deitar numa rede e contar história para eles, para consertar um brinquedo quebrado de algum deles, para assistir a uma apresentação na escola deles, para ouvir os grandes e pequenos problemas do mundo deles.
Marcas de Pais Convertidos aos Seus Filhos
Pais convertidos aos filhos não transferem responsabilidades, nem para o melhor avô, nem para a melhor avó, nem para o filho mais velho e mais responsável, nem para o pastor mais consagrado, nem para o psicólogo mais renomado, nem para a escola mais conceituada, nem para a igreja mais ungida.
A responsabilidade pelos meus filhos, como pai que sou, é minha, é minha, é minha e é minha; e não é de mais ninguém! A responsabilidade, como pai e mãe de seus filhos, é sua, é sua, é sua e é sua! E não é de mais ninguém!
Pais convertidos a seus filhos não minimizam o poder das amarguras familiares. Não dizem: ”Isso é briga de irmãos. É desavença deles. Eles não se dão muito bem, maus um dia eles se acertarão.”
Pais convertidos a seus filhos não brincam com o ódio existente entre os filhos e não acham que isto é algo sem importância; ao contrário, levam tal situação a sério, buscando resolvê-la.
Davi era muito melhor do que eu. Mas, Amnom possuiu a Tamar, Absalão matou a Amnom; Salomão matou a Adonias e este odiava a todos. Meu Deus! Se isto pode acontecer na casa de Davi, pode acontecer na minha casa, pode acontecer na sua casa. Não brinca com isso! Pode acontecer, especialmente, onde há dinheiro. Como tenho visto, ultimamente, familiar brigando por causa de dinheiro!
Pais convertidos a seus filhos consideram, cuidadosamente, os sentimentos perniciosos, nocivos a uma relação familiar sadia e os tratam de forma amadurecida. Expelem tais sentimentos do fundo da sua alma e da alma dos filhos, em nome de Jesus, enquanto há tempo; tratam desses sentimentos; oram por eles; conversam sobre eles; choram por causa deles; investem tempo no enfrentamento e na resolução deles, enquanto ainda há tempo.
Pais convertidos a seus filhos não reagem aos filhos apenas emocionalmente. A Bíblia nos diz em II Samuel 13:39, que Davi um dia ficou cheio de ódio por Absalão. Porém, quando o ódio passou, ele não fez mais nada. Davi não demonstrou nenhum senso de justiça, nenhuma preocupação com princípios morais e divinos, nenhuma preocupação em tratar do assunto, mesmo depois de aplacado o ódio, até porque o crime e pecado haviam sido cometidos.
Filhos odeiam pais emocionais, que são apenas capazes de espancamento, da gritaria e da brutalidade, mas que não agem baseados em princípios de justiça, de verdade, de coerência e de integridade.
Pais convertidos a seus filhos não fogem dos seus pecados da juventude, antes os resolvendo na presença dos filhos. No entanto, se só o que salva a nossa família de uma tragédia é a conversão dos pais aos filhos, também só que salva os filhos da tragédia pessoal é a conversão do seu coração aos pais.
Marcas de Filhos Convertidos aos Seus Pais
Filhos convertidos aos pais entendem, pelo menos, três coisas:
• Em primeiro lugar, filhos convertidos aos pais têm consciência de que não estão fadados, predestinados a serem produto dos pecados dos pais, nem a cometerem os mesmos erros deles.
Não podem pensar que, por serem filhos de escorpião, têm que, necessária e infalivelmente, dar ferroada a vida inteira. A propósito disso, há uma história engraçada, onde um escorpião pede a um sapo que o leve nas costas, a fim de atravessar um rio. O sapo lhe responde:
- Você está louco? Se eu o levar, no meio da travessia você me pica e eu morro.
- De jeito nenhum, falou o escorpião. Se eu o picar e você morrer, morro eu também. Pois, não sei nadar.
A travessia ia muito bem. Até que num determinado momento...
- Ai! Você me picou! Agora nós vamos morrer! Por que você fez isso? Perguntou o sapo.
- Desculpe, mas não pude resistir à minha natureza, respondeu o escorpião.
Jesus veio ao mundo para arrancar-nos essa natureza de escorpião. Veio ao mundo para “desensinar” você a ferroar.
• Em segundo lugar, filhos convertidos aos pais não atribuem ao tempo a cura dos ferimentos da alma. Não ficam pensando que o tempo vai fazer com que o ódio ao pai, a Amnom, a dor pela Tamar e demais angústia vão sarar. Tratam da solução hoje. Expurgam tais sentimentos da alma hoje. Deixam o Espírito Santo desenraizar tais amarguras hoje. Permitem que o Espírito de Deus os livre de todo ódio hoje, pois hoje é o dia.
• Em terceiro lugar, filhos convertidos aos pais tomam cuidado para não caírem na teia das amarguras familiares Cuidado, você que é filho, com a cobiça que está crescendo, com as ambições que estão se desenvolvendo. Cuidado, você que é pai, com a administração e a divisão da herança. Cuidado! Cuidado, para você não cair numa teia de ódio: ódio do pai, ódio dos amigos do pai, ódio do irmão, ódio da irmã, ódio, ódio e ódio. Cuidado!
Conclusão
Estas são as maldições que devemos nos preparar para quebrar em nossos lares. Não podemos mais nos conformar com a destruição das famílias. Nossa oração é que pais e filhos possam encontrar o caminho da conversão, do perdão, da reconciliação, do diálogo, do encontro, do choro solidário e da comunhão.
Que Deus possa ajudá-lo a expurgar a amargura da alma, a expelir o prazer sádico da vingança, o masoquismo da autocomiseração. Que Deus o ajude a enxergar o valor da família, a preciosidade da relação entre um pai e um filho, entre uma mãe e uma filha. Que você possa dar valor, não apenas ao que tem dentro da sua casa, mas dar valor ao que você pode construir dentro dela.
Quando pais se converterem aos seus filhos, filhos se converterem aos seus pais, maridos se converterem a suas esposas, esposas se converterem a seus maridos, quando você deixar o ódio cair por terra e o Espírito Santo encher o seu coração de amor, de perdão e de reconciliação, a maldição estará quebrada na Terra.
Pastor Carlos Alberto Alves.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
REFLEXÃO - Crescer.
Crescer.
É Ser cada dia um pouco mais nós mesmos.
É dar espontaneamente sem cobrar inconscientemente.
É aprender a ser feliz de dentro pra fora.
É buscar no próximo um meio de nos prolongarmos.
É sentir a vida na Natureza.
É entendermos a morte como natural da vida.
É conseguir a calma na hora do caos.
É termos sempre uma arma para lutar e uma razão para ir em frente.
É saber a hora exata de parar e buscar um algo novo.
É não devanear sobre o passado, mas trabalhar em cima dele para o futuro.
É reconhecer nossos erros e valorizar nossas virtudes.
É conseguirmos liberdade com equilíbrio para não sermos libertinos.
É sabermos que nada nem ninguém é totalmente bom ou mau.
É exigir dos outros, apenas o que nós damos a eles.
É realizar sempre algo edificante.
É sermos responsáveis por nossos atos e por suas conseqüências.
É entender que temos o espaço de uma vida inteira para crescer.
É nos amarmos para poder amar os outros como a nós mesmos.
É assumirmos que nunca seremos grandes, mas que o importante é estarmos sempre em crescimento.
Elenice Rampazzo
É Ser cada dia um pouco mais nós mesmos.
É dar espontaneamente sem cobrar inconscientemente.
É aprender a ser feliz de dentro pra fora.
É buscar no próximo um meio de nos prolongarmos.
É sentir a vida na Natureza.
É entendermos a morte como natural da vida.
É conseguir a calma na hora do caos.
É termos sempre uma arma para lutar e uma razão para ir em frente.
É saber a hora exata de parar e buscar um algo novo.
É não devanear sobre o passado, mas trabalhar em cima dele para o futuro.
É reconhecer nossos erros e valorizar nossas virtudes.
É conseguirmos liberdade com equilíbrio para não sermos libertinos.
É sabermos que nada nem ninguém é totalmente bom ou mau.
É exigir dos outros, apenas o que nós damos a eles.
É realizar sempre algo edificante.
É sermos responsáveis por nossos atos e por suas conseqüências.
É entender que temos o espaço de uma vida inteira para crescer.
É nos amarmos para poder amar os outros como a nós mesmos.
É assumirmos que nunca seremos grandes, mas que o importante é estarmos sempre em crescimento.
Elenice Rampazzo
REFLEXÃO - Borboleta Azul.
Borboleta Azul.
Havia um viúvo que morava com suas duas jovens filhas, meninas muito curiosas e inteligentes. Suas filhas sempre faziam muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não fazia a mínima idéia da resposta. Como pretendia oferecer a melhor educação para suas filhas, enviou-as para passar as férias com um velho sábio que morava no alto de uma colina. Este, por sua vez, respondia todas as perguntas sem hesitar. Já muito impacientes com essa situação, pois constataram que o tal velho era realmente sábio, resolveram inventar uma pergunta que o sábio não saberia responder. Passaram-se alguns dias e uma das meninas apareceu com uma linda borboleta azul e exclamou para a sua irmã: - Dessa vez o sábio não vai saber a resposta!
- O que você vai fazer? - perguntou a outra menina.
- Tenho uma borboleta azul em minhas mãos. Vou perguntar para o sábio se a borboleta está viva ou morta.
- Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar para o céu. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la rapidamente, esmagá-la e, assim. matá-la. Como consequência, qualquer resposta que o velho nos der, estará errada.
As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava
meditando sob um eucalipto na montanha.
A menina aproximou-se e perguntou: - Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, está ela viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu: - Depende de você... Ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, é o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos
culpar ninguém porque algo deu errado. O insucesso é apenas uma
oportunidade de começar novamente com mais inteligência. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos - como uma borboleta azul - cabe a nós escolher o que fazer com ela, só a nós; não deixe ninguém interferir nisso.
Extraído.
Havia um viúvo que morava com suas duas jovens filhas, meninas muito curiosas e inteligentes. Suas filhas sempre faziam muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não fazia a mínima idéia da resposta. Como pretendia oferecer a melhor educação para suas filhas, enviou-as para passar as férias com um velho sábio que morava no alto de uma colina. Este, por sua vez, respondia todas as perguntas sem hesitar. Já muito impacientes com essa situação, pois constataram que o tal velho era realmente sábio, resolveram inventar uma pergunta que o sábio não saberia responder. Passaram-se alguns dias e uma das meninas apareceu com uma linda borboleta azul e exclamou para a sua irmã: - Dessa vez o sábio não vai saber a resposta!
- O que você vai fazer? - perguntou a outra menina.
- Tenho uma borboleta azul em minhas mãos. Vou perguntar para o sábio se a borboleta está viva ou morta.
- Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar para o céu. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la rapidamente, esmagá-la e, assim. matá-la. Como consequência, qualquer resposta que o velho nos der, estará errada.
As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava
meditando sob um eucalipto na montanha.
A menina aproximou-se e perguntou: - Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, está ela viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu: - Depende de você... Ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, é o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos
culpar ninguém porque algo deu errado. O insucesso é apenas uma
oportunidade de começar novamente com mais inteligência. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos - como uma borboleta azul - cabe a nós escolher o que fazer com ela, só a nós; não deixe ninguém interferir nisso.
Extraído.
REFLEXÃO - A Lenda das Três Árvores.
A Lenda das Três Árvores.
Havia no alto de uma montanha, três árvores que tiveram um sonho: a primeira, olhando as estrelas, disse que queria ser o baú mais precioso e viver cheio de tesouros. A segunda, olhando um riacho, suspirou: quero ser um grande navio, para transportar reis e rainha. A terceira olhou o vale e disse: quero crescer e ficar aqui, no alto da montanha. Assim, quando as pessoas olharem terão que levantar os olhos e pensar em Deus.
Os anos se passaram. Certo dia três lenhadores chegaram e cortaram as árvores.
Aqueles lenhadores não sabiam nada de sonhos!
A primeira, acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno.
A segunda, virou um simples barco de pesca.
A terceira, foi cortada com grossas vigas e deixada de lado. Desiludidas as três se perguntavam por que teve que ser assim. Mas, numa bela noite de lua cheia, uma jovem deu a luz a um bebê e o colocou naquele cocho. E a primeira árvore percebeu que tinha ali o tesouro mais precioso do mundo.
A segunda estava transportando um homem que acabou por dormir no barco. E quando uma tempestade quase o afundou ele se levantou e disse: Paz! Imediatamente as águas se acalmaram e a segunda árvore entendeu que estava transportando o Rei dos Céus e da Terra.
Tempos mais tarde, numa sexta feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Sentiu-se horrível e cruel. Mas, no domingo seguinte o mundo vibrava porque ali havia sido pregado o homem que veio para salvar a humanidade e as pessoas sempre se lembrariam de Deus ao olharem para ela. Então as árvores descobriram que a realização foi mil vezes maior que o sonho. Portanto, lembre-se: não importa o tamanho dos seus sonhos. É imprescindível sonhar. E ter fé.
Extraído.
Havia no alto de uma montanha, três árvores que tiveram um sonho: a primeira, olhando as estrelas, disse que queria ser o baú mais precioso e viver cheio de tesouros. A segunda, olhando um riacho, suspirou: quero ser um grande navio, para transportar reis e rainha. A terceira olhou o vale e disse: quero crescer e ficar aqui, no alto da montanha. Assim, quando as pessoas olharem terão que levantar os olhos e pensar em Deus.
Os anos se passaram. Certo dia três lenhadores chegaram e cortaram as árvores.
Aqueles lenhadores não sabiam nada de sonhos!
A primeira, acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno.
A segunda, virou um simples barco de pesca.
A terceira, foi cortada com grossas vigas e deixada de lado. Desiludidas as três se perguntavam por que teve que ser assim. Mas, numa bela noite de lua cheia, uma jovem deu a luz a um bebê e o colocou naquele cocho. E a primeira árvore percebeu que tinha ali o tesouro mais precioso do mundo.
A segunda estava transportando um homem que acabou por dormir no barco. E quando uma tempestade quase o afundou ele se levantou e disse: Paz! Imediatamente as águas se acalmaram e a segunda árvore entendeu que estava transportando o Rei dos Céus e da Terra.
Tempos mais tarde, numa sexta feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Sentiu-se horrível e cruel. Mas, no domingo seguinte o mundo vibrava porque ali havia sido pregado o homem que veio para salvar a humanidade e as pessoas sempre se lembrariam de Deus ao olharem para ela. Então as árvores descobriram que a realização foi mil vezes maior que o sonho. Portanto, lembre-se: não importa o tamanho dos seus sonhos. É imprescindível sonhar. E ter fé.
Extraído.
REFLEXÃO- Alcoólatra.
Alcoólatra.
Um médico ministrava palestras a um grupo de alcoólatras. Ao iniciar a apresentação disse: "Hoje vou realizar uma experiência para mostrar a vocês o efeito do álcool". Levantou um copo e afirmou: "Aqui dentro há álcool". Com uma pinça pegou um verme, mostrou-o para a platéia e o soltou dentro do copo. Imediatamente o verme se desfez, causando impacto nos presentes; Em seguida, ele levantou outro copo e disse: "Aqui dentro há água". Novamente pegou outro verme e o soltou dentro do copo e o verme se mexeu, mostrando sua energia. Nesse momento, no meio da platéia, um indivíduo embriagado levantou a mão e, com voz pastosa, disse: "Entendi bem o que o doutor quis dizer, e concordo inteiramente. Sua mensagem é sensacional". Feliz, o médico pediu: "Por favor, diga em voz alta, para que todos escutem, qual é a minha mensagem". Solícito, o indivíduo declarou: "Doutor, o senhor acabou de mostrar, com essa experiência, que quem bebe não tem verme no organismo. O álcool mata o verme!”
O homem sempre procura um meio de isentar-se de sua culpa, por isso interpreta de forma errada. Existe sempre uma justificativa "plausível" para o pecado.
Extraído.
Um médico ministrava palestras a um grupo de alcoólatras. Ao iniciar a apresentação disse: "Hoje vou realizar uma experiência para mostrar a vocês o efeito do álcool". Levantou um copo e afirmou: "Aqui dentro há álcool". Com uma pinça pegou um verme, mostrou-o para a platéia e o soltou dentro do copo. Imediatamente o verme se desfez, causando impacto nos presentes; Em seguida, ele levantou outro copo e disse: "Aqui dentro há água". Novamente pegou outro verme e o soltou dentro do copo e o verme se mexeu, mostrando sua energia. Nesse momento, no meio da platéia, um indivíduo embriagado levantou a mão e, com voz pastosa, disse: "Entendi bem o que o doutor quis dizer, e concordo inteiramente. Sua mensagem é sensacional". Feliz, o médico pediu: "Por favor, diga em voz alta, para que todos escutem, qual é a minha mensagem". Solícito, o indivíduo declarou: "Doutor, o senhor acabou de mostrar, com essa experiência, que quem bebe não tem verme no organismo. O álcool mata o verme!”
O homem sempre procura um meio de isentar-se de sua culpa, por isso interpreta de forma errada. Existe sempre uma justificativa "plausível" para o pecado.
Extraído.
REFLEXÃO - Adeus de Um Jovem de Dezenove Anos.
REFLEXÃO - Adeus de Um Jovem de Dezenove Anos.
Adeus de Um Jovem de Dezenove Anos.
Pai, acho que neste mundo ninguém procurou descrever o seu próprio cemitério. Não sei como meu pai vai recebê-lo, mas preciso de todas as forças enquanto é tempo.
Sinto muito meu pai, acho que este diálogo é o último que tenho com o senhor. Sinto muito mesmo... Sabe pai, está em tempo de o Senhor saber a verdade que nunca desconfiou.
Vou ser breve, é claro, mas bastante objetivo.
O tóxico me matou. Eu conheci o meu assassino – o tóxico – aos 15 ou 16 anos de idade. É horrível pai. Sabe como nos conhecemos? Através de um cidadão elegantemente vestido e bem falante, que me apresentou ao meu futuro assassino: o tóxico.
Eu tentei recusar. Tentei mesmo! Mas, o cidadão mexeu com meu brio dizendo que eu não era homem. Não é preciso dizer mais nada, não é pai? Ingressei no mundo do tóxico.
No começo, foram as tonturas. Depois, o devaneio e, a seguir, a escuridão. Não fazia nada sem que o tóxico estivesse presente; depois veio a falta de ar, o medo, as alucinações, e logo após veio a euforia do pico novamente. Eu me sentia mais gente do que as outras pessoas. E o tóxico, meu amigo inseparável, sorria, sorria, sorria...
Sabe pai, agente quando começa acha tudo ridículo e muito engraçado até. E hoje no leito de um hospital eu reconheço que Deus é o mais importante de tudo no mundo e que sem a ajuda dele eu não estaria escrevendo essa carta, pai.
Eu só tenho 19 anos, e sei que não tenho a menor chance de vida. É muito tarde para mim. Mas, tenho um último pedido a fazer, meu pai: diga a todos os jovens que o senhor conhece e mostre a eles essa carta. Que em cada porta de escola, em cada cursinho ou faculdade, em qualquer lugar, há sempre um homem elegantemente vestido e bem falante, que irá mostrar–lhes o seu futuro assassino. Por favor, faça isso meu pai, antes que seja tarde demais. Perdoe-me também por fazê-lo sofrer por minhas loucuras.
Adeus, meu pai.
Observações:
1. Este é um caso verídico ocorrido no Hospital 23 de Maio, em São Paulo – Capital.
2. Dias após escrever esta carta, o jovem morreu.
Extraído.
Adeus de Um Jovem de Dezenove Anos.
Pai, acho que neste mundo ninguém procurou descrever o seu próprio cemitério. Não sei como meu pai vai recebê-lo, mas preciso de todas as forças enquanto é tempo.
Sinto muito meu pai, acho que este diálogo é o último que tenho com o senhor. Sinto muito mesmo... Sabe pai, está em tempo de o Senhor saber a verdade que nunca desconfiou.
Vou ser breve, é claro, mas bastante objetivo.
O tóxico me matou. Eu conheci o meu assassino – o tóxico – aos 15 ou 16 anos de idade. É horrível pai. Sabe como nos conhecemos? Através de um cidadão elegantemente vestido e bem falante, que me apresentou ao meu futuro assassino: o tóxico.
Eu tentei recusar. Tentei mesmo! Mas, o cidadão mexeu com meu brio dizendo que eu não era homem. Não é preciso dizer mais nada, não é pai? Ingressei no mundo do tóxico.
No começo, foram as tonturas. Depois, o devaneio e, a seguir, a escuridão. Não fazia nada sem que o tóxico estivesse presente; depois veio a falta de ar, o medo, as alucinações, e logo após veio a euforia do pico novamente. Eu me sentia mais gente do que as outras pessoas. E o tóxico, meu amigo inseparável, sorria, sorria, sorria...
Sabe pai, agente quando começa acha tudo ridículo e muito engraçado até. E hoje no leito de um hospital eu reconheço que Deus é o mais importante de tudo no mundo e que sem a ajuda dele eu não estaria escrevendo essa carta, pai.
Eu só tenho 19 anos, e sei que não tenho a menor chance de vida. É muito tarde para mim. Mas, tenho um último pedido a fazer, meu pai: diga a todos os jovens que o senhor conhece e mostre a eles essa carta. Que em cada porta de escola, em cada cursinho ou faculdade, em qualquer lugar, há sempre um homem elegantemente vestido e bem falante, que irá mostrar–lhes o seu futuro assassino. Por favor, faça isso meu pai, antes que seja tarde demais. Perdoe-me também por fazê-lo sofrer por minhas loucuras.
Adeus, meu pai.
Observações:
1. Este é um caso verídico ocorrido no Hospital 23 de Maio, em São Paulo – Capital.
2. Dias após escrever esta carta, o jovem morreu.
Extraído.
REFLEXÃO - A Maneira de Dizer as Coisas.
A Maneira de Dizer as Coisas.
Certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse o seu sonho:
- Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho.
- Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas, que insolente! - Gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me tal coisa? Fora daqui!
Chamou os seus guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites.
Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saia do palácio, um dos guardas lhe disse admirado:
- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque o primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te, meu amigo, - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer.
Extraído.
Certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse o seu sonho:
- Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho.
- Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas, que insolente! - Gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me tal coisa? Fora daqui!
Chamou os seus guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites.
Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saia do palácio, um dos guardas lhe disse admirado:
- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque o primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te, meu amigo, - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer.
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